Beleriand - The First Age

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 Barad-Aelin Turkafinwë

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Grór I

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MensagemAssunto: Re: Barad-Aelin Turkafinwë    Dom Ago 22 2010, 20:17

Grór I seguiu na frente de seu grupo, sendo ladeado apenas por dois cavaleiros anões. Suas armaduras eram pesadas, geralmente de ferro, e suas alabardas afiadas e potentes eram perigosíssimas. Assim continuaram a marcha, em direção a Barad-Aelin Turkafinwë. Adentrou os portões e deu de cara com Celegorm, rei de Eriador. Desceu imediatamente, sendo seguido de todos os seus vinte cavalheiros, mas virou-se levemente e estendeu a mão, como símbolo de que ficassem atrás. Completou sua longa reverência e pos-se a postura mais nobre que qualquer anão de Belegost jamais sonhara ter.


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Celegorm, o Loiro, venho direto de Belegost falar contigo!Sou Grór I das Ered Lindon, Rei sobre Belegost e Monte Dolmed. Venho em pessoa pedir desculpas pelo mal comportamento de meu diplomata, Dinfûr, que já foi rebaixado de seu posto e penalizado. Contudo, também venho a vós para pedir que aceite meu requerimento de livre comércio entre nosso povo. Há muito tempo meu povo se estabeleceu em Belegost, e apartir daí foi imensa o nosso comércio com o elfos, especialmente os de Doriath. Somente quero que saiba que, indiferente do seu ato, não desejo o derramamento de sangue entre elfos amigos, e muito menos a tensão ao nosso redor. Sejam bem-vindos ao Monte Dolmed, e até onde cada anão descendente de meu reinado residir ou liderar. Salve, Celegorm o Louro!

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Sua voz ecoou forte e ilustre por todos os ouvidos até as proximidades de Barad-Aelin. Sua barba branca balançou em sintonia com sua voz grossa e suave ao mesmo tempo.
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Celegorm O Louro

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MensagemAssunto: Re: Barad-Aelin Turkafinwë    Dom Ago 22 2010, 20:33

Permaneceu imóvel, olhava firme o anão com seus olhos claros, seu semblante era majestoso, tão belo era que se assimilava a um dos Senhores dos Maiar do Oeste, pois lá ele havia comtemplado as Duas Árvores e a luz dos Valar estava em seu semblante;

- Que assim seja mestre Naugrim. Teremos amizade e aliança comercial, nossos povos irão comercializar entre si, armas, segredos, alimentos, bebidas e ambos ficaremos muito ricos com estes lucros. Sou amigo de Durin II, líder do Império de vosso povo, mas aqui... eu sou Rei e Senhor destas terras, que demarcam com as quatro cordilheiras das grandes montanhas. As Ered Luin, as Ered Engrim, as Hithaeglir e as Ered Nimrais. Tudo dentro destas cordilheiras é meu, portanto... eu como Rei Supremo dos Elfos de Endor, lhe dou minha benção e minha amizade. Vá com a sabedoria que veio, que Mahal auxilie em vossas obras e que Varda as consagre.

Assim falou Celegorm, seu olhar era profundo, observava o anão atentamente, suas palavras eram verdadeiras, porém mais se interessava com os lucros que teria do que com qualquer outra coisa, pois agora era tão rico quanto qualquer um de seus parentes em Beleriand, havia feito o norte da Terra-Média se tornar belo igual as vastas terras de Beleriand Oeste, agora era poderoso, majestoso e temido por seus inimigos.
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Grór I

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MensagemAssunto: Re: Barad-Aelin Turkafinwë    Ter Ago 24 2010, 18:23

Ouviu aquilo com toda atenção. Grór I cintilava em seus trajes cinzentos diante do rei dos noldor de Eriador. Pensou contudo na vastidão do império de Eriador e nada respondeu enquanto Celegorm dizia-se rei das Ered Luin. Levantou sua voz, que fez seu brilho nobre cintilar pelo salão, tornando-se tão imenso em majestade como Celegorm era ao lado de seu irmão Curufín.


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Obrigado, Celegorm de Eriador. De nossa parte há o reconhecimento das terras que estão sob seu domínio como também nossa amizade e lealdade! Melkor se tranca em seus calabouços no norte, os elfos migram para outras regiões, o mundo se globaliza! Enfim, peço a vossa majestade que possa me retirar, já que realizei tudo que vim conversar aqui

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Celegorm O Louro

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MensagemAssunto: Re: Barad-Aelin Turkafinwë    Ter Ago 24 2010, 18:30

[Off: Eu quis dizer ser rei das terras dentro dessas quatro cordilheiras, não dessas montanhas. ]

Assentiu com a cabeça as palavras de Grór I, o liberando para partida. Guardas o acompanharam para os portões por onde ele seguiu seu caminho.

Após sua partida, houve silêncio em Barad-Aelin pois Celegorm, o louro estava ponderando a possibilidade de Morgoth do Norte, quebrar o cerco logo, causando não apenas a derrocada dos noldor mas também tornando impossível para recuperarem as Silmaril.

Começou então a formular em sua mente por muito tempo, um plano para conseguirem tomar as gemas de seu pai, da Coroa de Ferro do Bauglir. Este plano ele iria pensar e repensar inúmeras vezes, enquanto não houvesse uma solução que fosse de fato boa.
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Grór I

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MensagemAssunto: Re: Barad-Aelin Turkafinwë    Ter Ago 24 2010, 19:04

Grór I fez outra reverência, curta e breve, pois seu tempo era ouro. No Monte Dolmed anões morfavam a espera do grande senhor Grór I, rebaixado de seu significativo posto em Belegost. Mesmo não sendo mais rei, ele ainda tinha o poderio e a elegância de um nas mãos, e sua mente somente incriminava mais os anões de Khazad-Dûm, forjando um pequeno e malévolo plano enquanto saia dos palácios de Barad-Aelin com uma expressão nada agradável para os curiosos.
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Celeborn

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MensagemAssunto: Re: Barad-Aelin Turkafinwë    Sex Set 10 2010, 19:10

Aqueles dias que seguiam era uma única tensão sobre a cabeça de Celegorm, que se ocupava em receber suas inúmeras visitas cada qual com sua história. Contudo, não foi nesse dia que as coisas melhoraram, pois os portões de Barad-Aelin se abriram como que por um furacão, mas não passava de um guarda. Com uma expressão nervosa e, ao mesmo tempo, alegre o guarda se aproximou de Celegorm, abaixando-se em uma reverência rápida.

Tamanha era o nervoso do guarda que ele abrira a boca várias vezes, mas em nenhuma sua voz borrada saíu; exceto numa última tentativa, na qual só coseguiu dizer
"Espada!". Agitou-se, virando de lado constantemente sem se lembrar de se levantar, antes de sair correndo por onde entrou.

Nesse exato momento um elfo de estatura normal, cabelos pretos, vestido de roupas vinhas com um cinto de ouro deixando-o mais magro, e um tipo de capa, que só cobria dos ombros até a cintura, azul-claro, o que deixava-o menos magro. Entrou correndo, com os olhos fumegantes e uma expressão raivosa, tamanha raiva que o guarda perdera o equilíbrio de puro terror. Se tratava de Amroth, príncipe de Lothlórien; e sua aparência muito lembrar (e se misturava) a de seu tio-avô Galadhíl, até mesmo em requesitos de magia, contando que enquanto andava uma sombra negra como seus pensamentos invadira Barad-Aelin que tremia e brilhava pálida, sem energia. Contorceu sua ira e transformou-a em exigência quando parou, mais precisamente quando retirou de baixo de sua 'capa' uma espada negra embainhada em um bainha de couro negro como carvão. Mas antes de estende-la com ira, Amroth fez sua exigências ao elfo que se julgava rei de Eriador e de toda Endor.


Aonde está Celeborn, senhor de Doriath? E por que razão Celegorm o prende em seus caixões?


Mesmo disfarçando sua ira, e mascarando-a com exigências, era bem notável - apenas aos intelectuais - que possuia íra em suas palavras, até mesmo um tanto de magia involuntária. Amroth odiava-se enquanto odiava aquele lugar, desejara ter soltado Celeborn e assassinado Celegorm enquanto ainda estava fantasiado. Olhou para cima e para os lados, mantendo sua expressão sem modifica-la, antes de voltar a olhar diretamente para o poder majestoso de Celegorm.
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Celegorm O Louro

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MensagemAssunto: Re: Barad-Aelin Turkafinwë    Sex Set 10 2010, 19:30

Ouviu pela boca de guardas sobre a confusão que um tal elfo-silvestre do povo de Doriath havia causado ao entrar em sua cidadela, aparentava possuir a nobreza dos elfos daquela gente, mas ao saber das notícias, Celegorm se ergueu de seu trono em toda sua altivez, esperava que fosse sua espada, que conhecia em forma e histórias de todas as lendas que a envolviam, em sua magnificência ele caminhou descendo as escadarias de seu majestoso palácio, seguido por muitos guardas e capitães da mais alta estirpe dos fiéis seguidores de outrora dos filhos de Fëanor.

Lá ele se prostou diante do elfo-silvestre, olhou o mesmo da cabeça aos pés com seus olhos claros, viu que este portava luz em seu semblante, a luz de Melian, que era uma Ainur, porém... sua luz suplantava qualquer outra naquele ambiente, porque seu poder era absurdo perto a um dos elfos que ficaram nas Terras de Cá, mesmo os elfos que viveram com Melian, do povo dos Valar, pois Celegorm olhou e viveu com as Duas Árvores, falou e conheceu muito bem os Valar, assim de tudo Oromë e Aulë. Sua força e majestade eram supremas em sua terra, lá ele falou com grande poder e tão altivo que suplantou em grandeza a irá que o elfo sentia:


- Onde está Aranrúth? Onde esta minha espada?


Ao baixar seus olhos para as mãos do elfo, ele percebeu o reluzir de uma lâmina negra, aproximou-se ligeiro, fazendo seus capitães e guardas apressarem em cercar o elfo da estirpe do povo Lindar (Cantores), tomou em mãos a espada do jovem elfo, com seus olhos claros fixos na lâmina cruel forjada por Eöl, o elfo-escuro descendente do segundo Clã, os Tatyar. Sorriu ao ter a espada em mãos, poderosa como a fúria do Oeste antigo, cruel como o sangue dos urqui que assasinara no passado, fria como era quando pairava nos céus do firmamento, reluzindo aos céus.

Respondeu então há um dos capitães em tom baixo sem muita força ou qualquer sentimento negativo na voz:


- Libere o filho de Galadhon, diga a ele... obrigado pelo presente.


Sem mais, virou-se dirigindo-se novamente até seus salões em Barad-Aelin, onde lá descansaria agora vislumbrado com seu novo presente. Já o capitão partiu apressado e libertou Celeborn de imediato, sem qualquer quebra de acordo ou molestamento ao Senhor dos Solosimpi.
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Celeborn

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MensagemAssunto: Re: Barad-Aelin Turkafinwë    Sex Set 10 2010, 19:44

Amroth esperou com a paciência mais curta que já existira. Andava de um lado a outro, inquieto, até que por fim Celeborn apareceu. Correu de encontro a Celeborn, seu parente distante, ao qual se entregou de braços. Celeborn demorou alguns segundos até levar seus braços as costas de Amroth. Este soltou seu parente distante, agora segurando os ombros de Celeborn, com seus braços esticados, e uma expressão aflita.

Meu senhor, eles te machucaram?

Celeborn viu a expressão ansiosa de Amroth tanto em vão que sorriu e até mesmo riu quando ouviu as palavras de Amroth.

Não, Amroth, eles não me machucaram. Pelo contrário, agradeceram-me pela espada, e agradeço-o por ter vindo a meu resgate. Vamos, temos o que fazer!

Celeborn pos seu braço sobre os ombros de Amroth, caminhando ao lado do mesmo em meio ao caminho de saíra de Fornost. Andavam a passos lentos, como espíritos recentemente liberados para viverem em completa paz. Foram vistos como caducos pelo povo de Fornost, mas esse mesmo povo se admirava com a graciosidade de Celeborn e o poder de Amroth.
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Celegorm O Louro

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MensagemAssunto: Re: Barad-Aelin Turkafinwë    Seg Out 04 2010, 22:55

Por muito tempo ficou Fornost Erain se fortalecendo, enriquecendo com seus comércios únicos com os naugrim tanto de Khazad-dûm, quanto Belegost e Nogrod, também ficaram mais ricos ainda com seus comércios com Thargelion, Nargothrond e os demais reinos dos eldar de Beleriand, porém Celegorm vinham negligenciando seu reino colossal no Eriador, e o de seus irmãos, diante desse fato ele resolveu dar maior atenção as demais províncias, fortalezas e cidadelas de seu magnifico império.

Assim enriqueceu muito elas e com elas, dando a ela mais abrangência em suas atitudes, fortaleceu a vigilância em suas terras, nas fronteiras das mesmas, mandou passáros para Calernadhon, a grande Floresta Verde, para Celeborn, também mandou mais passáros e animais como guardas e espiões por suas terras para tudo vigiarem para si próprio. Pois agora sua mente pensou em fortalecer-se aumentou então seu número de arsenais, seu poder bélico, suas riquezas e poder.

Seus súditos não mais eram diferenciados entre pobres e ricos, mas agora todos os elfos em sua guarda ficaram absurdamente ricos, já dos homens dentro de todo seu reino seja no Eriador, ou nas terras de seus irmãos, nada ouviu falar, apenas rumores de histórias sombrias dizendo sobre suas fugas para as montanhas, onde foram esconder-se dos eldar. Diante a si, Celegorm respondeu com o coração cheio de orgulho:


- Que fiquem nas Montanhas do Norte! São melhores lá mantendo a vigilância sem pedido meu, do que em minhas terras me importunando, assim aqui eu tenho mais riquezas para o meu povo do que para esse povo de vida curta.

Com isso os sábios se contentaram, só que nenhum elfo, anão, orc, sabiam que... os homens, não estavam com amor pelos elfos nas terras que eles julgaram que no passado eram suas. Só foram para as montanhas, não por temor do que os eldar pudessem trazer de Beleriand, mas ódio e medo de guerra, sabendo que não poderiam vencê-los com força pequena.
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