Beleriand - The First Age

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 O Portão Leste

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Durin II Îr-Hrothgar

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MensagemAssunto: O Portão Leste   Sab Jul 24 2010, 00:49

"The East-gate of Moria was known as the Dimrill Gate.

The Dimrill Gate had two great doors that hung from tall doorposts. The doors bore messages in several languages inscribed in runes. In Khuzdul, the language of the Dwarves, there were spells of prohibition and exclusion. There were also warnings against entering without the permission of the King of Khazad-dûm written in Quenya, Sindarin, the Common Speech, and the languages of Rohan, Dale, and Dunland."


Era protegido em sua parte por soldados da mílicia dos povos dos Anões.


Descendo a estrada de Dimrill, na área que a planície se tornava maior, cercada por árvores, uma altiva muralha de aço alto e grosso feita pelos anões foi erguida, poderosa e terrível ela era, aos que se aproximassem do portão Leste iriam encontra-la erguida majestosamente no local. Ela possuia também um enorme portão de aço alto e grosso, feita a mando de Durin II, embora suas portas se mantivessem abertas, de cada lado do lado exterior do portão, duas impierosas e magnificas torres de ferro fundido, grosso e alto foram erguidas, as mesmas possuiam uma saída que dava para o lado de fora da muralha e uma que levava para dentro da muralha.
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Durin II Îr-Hrothgar

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MensagemAssunto: Re: O Portão Leste   Ter Ago 03 2010, 21:16

Ao deixar o Portão Leste, adimirou-se com as fortificações feitas na Mansão de Durin, lhe parecia que de fato era um lar impenetrável. Desceu a estrada, cruzou a grande muralha do portão leste, chegando finalmente ao local onde o Lago-Espelho se situava.

Para lá sua comitiva se aproximou, até que observaram distante uma rocha próxima ao lago e nenhum dos que ali estavam se aproximou para observa-la, foi apenas Thrár I que deu seus passos adiante até se aproximar das águas do lago, abaixou-se olhando dentro das profundezas do mesmo, fechou um pouco mais seus olhos e com dificuldade foi observando através das águas, até que tudo se tornou claro como as águas limpas do Lago-Espelho e ele pode ver. Seus olhos foram arregalados, sua voz foi perdida naquele momento, porque ele via Durin I, o Pai imortal de fato jazia nas profundezas do Lago-Espelho. Voltou a olhar, lá viu Durin I deitado em seu caixão, seu rosto estava sereno, duro, calmo, olhava para cima, embora seus olhos estivessem fechados, porém apenas aparentava de fato, que o Pai dos Sete Povos apenas se encontrava em sono profundo nas profundas águas do lago.

Olhou para a pedra ao seu lado, tocou na mesma para pegar apoio para se levantar novamente, quando pode ver algo escrito na mesma, leu ela em voz alta para si mesmo:


"- Durin esteve aqui."

Seus olhos foram levados ao choro, olhou novamente o lago profundo, enquanto erguia-se chorando baixo para si mesmo. Virou-se para sua corte que também chorava pela morte do Pai imortal, virou-se em passos pesados para a direção do portão leste, para lá dirigiu-se para a audiência com Durin II.
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Glok

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MensagemAssunto: Re: O Portão Leste   Qua Set 29 2010, 19:47

Indiferente, aquele dia, nos bosques ao redor do Portão Leste, a sombra pairava. Não era necessário saber da presença de Glok no local para saber que uma mente terrível e malévola tinha seus efeitos até kilômetros de distância. Ele estava em um pequeno lago, de nada mais que 3 metros de largura, totalmente invisível graças a enormes árvores que pareciam muralha, exceto por um tronco quebrado que foi por onde Glok entrou. Ele bebeu água e lavou seu rosto negro, pois precisava de atenção para o que vinha a seguir. Uns estralhos atrás dele o fizeram se virar, e identificou Bolgolod, seu capitão de seu exército. Glok saiu do tronco quebrado e viu seu capitão passar sem o notar. Foi atrás de seu capitão e pegou em seu ombro, assustando-o. Com a armadura típica de um goblin, Bolgolod quase cortara a garganta de seu chefe, se não o tivesse identificado, e logo foi falando.

- Os goblins estão apressados! Eles estão anciosos.



- Fez com que continuassem na área em que os deixei?

- Sim! Eles ainda rondam a uma distância grande! Não vão nos pegar nessa distancia.

- Continue fazendo seu trabalho capitão.


Glok caminhou por uma trilha que constantemente passava por cima de morros e colinas pequenas, com muito troncos e obstáculos difícieis no meio do caminho. Sempre com Bolgolod na frente, Glok caminhava com os olhos atentos ao chão e seguiram aquela trilha até pararem em cima de uma grande colina, de onde podiam ter uma visão dos pontos mais afastados. Os Goblins espalhados por aquela região identificaram seu líder e pararam instantaneamente para saldá-lo de longe. Contudo o que Glok olhava não era sua armada e sim o exército de Hlok, com grandes e impressionantes orcs, ao longe.

Glok juntou seu exército, e em formação eles marcharam de encontro a Hlok. Quando passaram por uma densa parede de árvores sua linha de frente se esbarrou na de Hlok, que vinha em silêncio assim como a de Glok. Glok fez sinais para que os goblins e Orcs se reunissem fora da região das árvores, onde estava o exército de Hlok, enquanto caminhava apressado para a posição de Hlok, atrás e sendo levado por forte orcs em uma cadeira improvisada para ser carregada. Quando viu Glok, Hlok ordenou que abaixassem a cadeira e ele se levantou, comprimentando seu irmão.


- Hlok, me relate a situação.

- Nosso irmão, Plok, já está em sua posição com seus dois mil cavaleiros de wargs e mil wargs desmontados. Os meus orcs negros estão sob nossas ordens.

- Os planos são atacar o portão?

- Exato. Manteve silêncio nessa sua estadia?

- Claro. Pegamos os comerciantes que saíam ou os que notaram nossa presença.


Eles avançaram, nada silenciosos ou cuidadosos. Quando chegaram no portão leste continuaram nos bosques. Os mil wargs estavam escondidos nos boques nas laterais do portão do Leste, os 3 mil goblins estavam na floresta, escondidos, e os orcs negros totalmente a vista. Os orcs negros batiam seus escudos com suas espadas, e gritavam com ira. Tamanho era o eco e o barulho que das profundezas medianas de Khazad-Dûm suas batidas eram ouvidas, e sua voz temida.
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Melkor "Morgoth Bauglir"

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MensagemAssunto: Re: O Portão Leste   Qui Set 30 2010, 00:01

Latidos e uivos encheram os bosques as margens do Anduin, pois Plok, das Montanhas Cinzentas, distante no Norte, o líder dos Orcs, Plok era um orc alto, magro, de braços largos, rosto azulado, dentes afiados e garras tenebrosas, montava seu warg negro, sem elmo, portando um longo machado em sua mão enquanto chiava e urrava na sua chegada, com seu warg ele foi até próximo de Glok e Hlok, seus dois irmãos, agora estavam prontos os três irmãos filhos de Rlúk, o Bruto e Plok era o primogênito, mais parecido com o pai em mente, mais cruel em batalha, ele lideraria o ataque, assim ordenou o Tenente Boldog, a serviço do próprio Bauglir de Angband.

Ao se aproximar ele deu um grito frio e gorgolejante alto com os dois exclamando em tom gélido:


- As forças estão prontas para o ataque! Ótimo, ótimo... ram-ram, as ordens dadas por Boldog eram de destruir o portão e pilharmos tudo que pudermos com os anões.

(Hlok)- Mas com apenas três bandos vamos conseguir conquistar aquele portão e matar todos os barbudinhos em suas minas? Não acha estranho tudo isso?

- Cale a boca seu eunuco estúpido vindo de estrume!! Ordem dada é ordem executada! Sempre foi assim e sempre será, Ele deu a ordem a Boldog em pessoa. A ordem era para quebrar e matar todos os anões e viemos para cá.

(Hlok)- E não deram nem uma idéia de quantos ele são? Para terem nos dado só seis bandos devem ser muito poucos, de pouco poder. Qual será o perigo dessa vez?

- Só vamos saber quando começarmos.

- Oho! Então eles não lhe disseram o que esperar? Ele não nos dizem tudo o que sabem, dizem? Nem pros mais velhos, nem metade. Mas podem cometer erros, até mesmo os Chefões podem.

- Pssiu Hlok!! Falarmos disso é problema, eles podem realmente errar, igual na guerra do Grande Cerco, mas Ele tem olhos e ouvidos por todos os cantos; alguns entre o meu grupo, outros no de vocês, muito provavelmente. Mas não há dúvidas sobre isso, eles estão preocupados com alguma coisa.

- Parece que o Grande Rei está com ódio e muito preocupado com os assuntos dessas bandas. Porque com as notícias que lhes chegam daqui, chegam mais rápido que qualquer pássaro, geralmente. Mas não quero saber como tudo acontece por aqui. É mais seguro não perguntar. Grr! Aqueles Campeões dele me enchem de arrepios. E tiram a pele do seu corpo assim que olham para você, e o deixam morrendo de frio e calor no escuro do outro lado. Mas Ele gosta deles: são seus favoritos atualmente, então não adianta reclamar. Eu lhe digo não é brincadeira trabalhar lá embaixo nas masmorras!

- Você deveria tentar ficar lá em cima tendo os Lagartos por companhia.

- Eu gostaria de tentar em algum lugar onde não haja nenhum deles. Mas a guerra já começou, e quando estiver terminada pode ser que as coisas mais fáceis, igual nos dias das estrelas.

- Está indo bem, pelo que dizem.

- Já era de esperar isso deles.- resmungou Hlok. - Veremos. Mas de qualquer forma, se tudo for bem, haverá muito mais espaqço. Que você me diz Plok, meu irmão? Se tivermos uma oportunidade, você e eu vamos fugir para algum outro lugar, onde nos estabeleceremos por conta própria com alguns rapazes confiáveis, nalgum lugar onde haja coisas boas e fáceis de saquear, e sem chefões.

- Dizem que há muito disso lá no Sul, além das montanhas escuras, mas seria bom... como nos Velhos tempos. Há algum tempo Ele vem levando seu olho na direção dos anões, parece que Ele tem algo que quando recebe poucas notícias dos anões, fica irado de ódio e nós que sofremos.

- Sim, mas não conte com isso. Minha cabeça não está muito tranqüila. Como eu disse, os Grandes Chefes, bem, mesmo os Maiorais podem cometer erros. Alguma coisa esta preocupando eles, diz você. E eu digo, alguma coisa esta realmente causando problemas para Ele nos mandar pra cá. E temos de ficar de olhos abertos. E sempre os pobres uruks devem consertar a situação quando algo preocupa, e ninguém agradece. Mas não esqueça; os inimigos não nos amam mais do que amam a Ele, e se o derrotarem estaremos acabados também. Mas olhe aqui: quando é que mandaram você sair?

Antes que respondesse, Plok ouviu distante na direção do portão clarins soando, altos e estridentes lhe doendo os ouvidos, olhou para os dois irmãos e rosnou alto respondendo:

- Isso vai ficar pra depois!! Vamos resolver isso de uma vez!

Bateu as esporas no warg enquanto rosnou alto para toda a tropa ouvir, seus dois irmãos foram liderar o ataque, as máquinas de fogo, as escadas ruins feitas ali estavam prontas para a batalha e o saque seria iniciado. Quando os orcs avistaram Plok, então teve-se uma algazarra de buzinas ríspidas e frias e uma babel de vozes ladrando cheias de ódio e raiva.

Avançaram então contra o Portão leste, urrando, chiando, gritando, xingando palavrões e maldições, enquanto outros grupos cantavam canções malignas e cheias de perversidade. Eles juntaram os grupos e os cinco mil goblins avançavam prontos para o combate, seus trajes eram negros, portavam facas; finas e largas, machados; grandes e pequenos, martelos; pesados e leves, espadas; altas e baixas, lanças; fracas e cruéis, todos os goblins usavam calçados de ferro, elmos de ferro também, malhas de ferro pesado, armadura de latão, com sapatos pesados e resistentes também. Suas viseiras e máscaras de seus elmos eram terrivelmente cruéis e tenebrosas.
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Durin II Îr-Hrothgar

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MensagemAssunto: Re: O Portão Leste   Sex Out 01 2010, 22:31

Na guarda do Portão Leste em sua superfície ficavam cem besteiros anões e cem soldados na parte de baixo, estes respondiam ao Capitão Vóyr. Todos não imaginavam qualquer ameaça assolando seus reinos, nem mesmo o próprio Imperador imaginaria que um dia seriam atacados por Orcs, pelo portão leste, não tão cedo, pois não temiam as garras de Morgoth ainda. Naquela noite, quando o fogo das vigias estavam baixas, alguns vigilantes pensaram terem ouvido algo, porém quando perceberam que ninguém da vigia de fora retornou para examinar, perceberam algo realmente estranho.

Enviando então um passáro para observar, eles aguardaram e depois de algum tempo, o passáro retornou aflito lhes informando sobre batalhões de orcs que estavam na floresta a pouco quilomêtros do portão. Com isso o Capitão sôou o alarme e clarins foram soados, agora todos estavam em alerta e ele próprio foi para dentro de Khazad-dûm informar a situação que ocorria para o próprio Alto-Imperador Durin II Îr-Hrothgar.
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Glok

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MensagemAssunto: Re: O Portão Leste   Dom Out 03 2010, 15:13

Glok, após pegar sua alabarda pequena (quando comparada a maioria,) e com duas enormes lâminas nas extremidades sendo a sul menor que a norte, andou aflito de um lado a outro do exército. Coçava o ceixo e retornava, tornava-se a correr pelos batalhões e regrassava, até por fim encontrar Plok. Com a voz cheia trêmula e apressada, a figura séria de nome Glok segurava o warg de seu irmão.

- Irmão, eles não saem dos portões! Precisamos que saíam, pois não temos nenhum método para derrubar estes portões malditos! Minha estratégia é boa mas não aguentara milhares e milhares de nanicos revoltados! Hlok teve razão quando disse que sobra para nos, sempre que Ele quer algo ou quando Ele deseja que fáçamos algo. Vamos esperar e ver o que Ele nos reservou.


O exército continuou como estava. Urros, berros, gritos horrendos e muitas maldições eram ouvidas a todo momento de diferentes timbres. Figuras negras e escuras estavam cada vez mais próximas do portão, que definhava em torno de uma nuvem negra, gerando intenso medo nos soldados anões principalmente em relação aos números dos orcs.
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Melkor "Morgoth Bauglir"

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MensagemAssunto: Re: O Portão Leste   Dom Out 03 2010, 21:06

Urrou em ódio, cheio de raiva, proliferou xingamentos contra ambos os irmãos, em meio a seus gritos, ergueu seu machado de cabo longo, lâmina quadrada porém com a ponta mais comprida, em meio a seus praguejos e xingos ele respondeu de forma hedionda e perversa:

- Nós recebemos a ordem de irmos até o lar dos anões e o invadirmos, usemos as escadas de madeira que a armada de Hlok fez a meu mando, tomemos as muralhas em meio ao cerco, porque assim eles não terão espaço para lutarem contra nós, aqui fora é problema! Então não seja medroso e covarde! Maldito o dia que meu pai teve mais filhos! Andem logo ou eu serei logo filho único!

Tomou sua trombeta a soprando, tomando os bosques pelo som tenebroso e frigido de sua maldade, assim forçou o warg negro para frente e partiram na direção do portão, com apenas quatro escadas de madeira muito ruim.
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Durin II Îr-Hrothgar

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MensagemAssunto: Re: O Portão Leste   Seg Out 04 2010, 19:41

Os soldados e besteiros que aguardavam no portão estavam preocupados caso Durin II não chegasse a tempo e eles iriam ter de segurar seus inimigos contra suas portas, em tamanhos números (isso para ambos os lados) de tal forma a idéia era suicida e aterrorizante.

Mas quando a esperança aparentava minguar, sua fé foi retribuida pois da porta leste veio Durin II, não só, nem apenas com uma guarda pessoal, mas sim com o Grande Batalhão de Múar I e os Generais do Império, estes desceram a estrada de Dimrill, aproximando-se do portão, as grandes portas se abriram como uma espingarda de ar, fazendo os anões saírem para fora, mas ficando próximos das portas, que se abriam para fora. Estes ocuparam toda a entrada, e as linhas de frente conseguiam ver não distante dali as legiões negras do inimigo em sua solteira, já Múar I, com seus generais estavam na linha de frente, e com um grande grito de glória, voz poderosa e palavras firmes ele exclamou:


- Muito bem! Cá estamos para resolvermos esta questão contra nossos inimigos! Não tenha piedade deles, pois eles não terão nenhuma por vocês. ÀS ARMAS! ESCUDOS PRONTOS!! MACHADOS PREPARADOS! BARUK-KHAZAD! KHAZAD-AI-MENU!

Ele foi o grande criador da frase que seria muito usada em batalha por muitas eras pelo seu povo, usada como homenagem a Múar I em uma reverência e pedido de força na necessidade ao grande Pai dos Barbas-de-fogo. As linhas de frente estavam prontas, seus escudos preparados e os defendendo, todas as filas assim estavam de todos os cinco mil soldados, os machados prontos para quando estes colidirem serem derrubados e cortados em pedaços.

Os besteiros se dividiram no vale de Dimrill, dos mil e quatrocentos deles foram setecentos para ambos os lados e prepararam suas flechas para disparar quando a ordem fosse dada. Já Durin II, Balin, Dwalin, Bifur, Bofur, alguns guardas aguardavam a frente do portão, em local bem elevado onde assistiriam a tudo que ocorreria, dando ordens dali, indo a batalha quando a hora for necessária.

Já Bombur, o Grande Rei foi com quinhentos soldados da infantaria pesada e fortemente preparada dos Múarrins para a superfície da muralha, se espalhando e estando prontos caso escadas forem usadas, os cem guardas foram levados e ficaram com Durin II como guarda para o mesmo, deixando apenas a bestearia em cima da muralha as ordens de Bombur.
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Glok

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MensagemAssunto: Re: O Portão Leste   Ter Out 05 2010, 19:03

Quando os anões se posicionaram o que era uma penumbra virou um enxame de monstros e criaturas horrendas que mesmo os mais resistentes anões sentiam um pouco de medo. Não se via Glok no meio das ondas que avançavam contra a areia da praia, muitas vezes se esbarrando. Liderando o exército a pé ia Hlok, se destacando pela armadura diferente que usava. Os poderosos wargs corriam dispersos em disparo contra os besteiros, sem proteção. O início da guerra estava marcado, era apenas um segundo para os primeiros corpos caírem ao chão.
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Melkor "Morgoth Bauglir"

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MensagemAssunto: Re: O Portão Leste   Ter Out 05 2010, 20:52

Antes que a colisão fosse feita, Plok em seu warg erguera nos estribos da fera, urrando com suas tropas, enquanto deu as ordens para as legiões:

- Seus vermes imundos! Glok na linha de trás comigo, wargs para os bosques, Hlok use as escadas e tome a muralha! Derrubem os que estão no portão! Atacaremos por cima estes e iremos quebrar suas forças! Vão! Eu estou no comando do ataque agora!!

Com isso avançaram aos urros e praguejos, os goblins correram com toda a velocidade que puderam colidindo com os escudos dos anões, para a surpresa de Plok, a força era maior do que esperada, e eles foram retidos, não fazem nenhum anão cair de inicio, mas quando colidiram aos seus escudos, foi como tentar derrubar uma parede com apenas a força do ombro, sendo presos e prensados pelas linhas de trás, duas escadas foram erguidas na muralha então e os goblins começaram a subir e tentavam espalhar-se pela muralha.

As flechas não voaram ainda, porém quando viu que os goblins haviam sido segurados pelos anões as beiras do portão, Plok os amaldiçoou, xingando seu irmão Glok por ter suas palavras cumpridas, a chicotadas ele forçou as linhas de trás a usarem mais força ainda contra os anões.
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Durin II Îr-Hrothgar

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MensagemAssunto: Re: O Portão Leste   Ter Out 05 2010, 22:51

Quando a colisão ocorreu, os soldados da infantaria anã seguraram firmes as forças dos goblins, não moveram os pés, mas pararam aguardando em silêncio naquela posição, enquanto os goblins, prensados e presos, sem poder movimentar os braços e golpear, urravam em ódio e raiva, quando o líder dos goblins os forçou a seguir adiante, então Múar percebeu que eles estavam sendo arrastados portão adentro, diante disso, sua voz foi ouvida, feroz e brutal aos soldados:

- Agora... EMPURREM!!

Com uma enorme força eles empurraram as forças dos goblins para frente, os afastando a três passos dos anões, derrubando pelo impulso alguns das linhas do fundo do batalhão, e os anões avançaram, foi Múar I, o Terrível Pai dos Anões que desferiu o primeiro golpe de machado nos goblins, derrubou três deles com sua lâmina vermelha, dilacerando seus corpos, espalhando suas vísceras negras pela grama, os demais anões começaram então a golpear os goblins a suas frentes, muitos destes caíram com o impacto brutal e tenebroso das forças anãs, que com o Pai, eles jamais conseguiriam adentrar aos portões.

Muito impressionado ficou Bombur, o Grande Rei e os guardas da muralha com a força de combate dos Múarrins, olhou então para trás, como se aguardasse alguma ordem do Imperador. Já Durin II ao ver o que era feito, sorriu feliz vendo que a vitória não seria dificil, olhou então para Dwalin, lhe falando em tom baixo porém audível ao anão:


- Mande uma saraivada.

Imediatamente o anão urrou em forte bramido aos besteiros:

- DISPAREM AS FLECHAS!!

E os mil e quatrocentos besteiros dispararam suas flechas em uma enorme saraivada pelos céus, fazendo os céus da noite, iluminados pelas estrelas, se encherem com os brilhos prateados das flechas das bestas anãs, que colidiram em grande impacto contra os goblins diante das muralhas. Enchendo a grama com sangue negro dos perversos seres de Angband.

Com isso Bombur, olhou para os dois lados, gritando altiva e majestosamente aos guardas na muralha:


- ACABEM COM ELES!!!

Imediatamente os cem besteiros que estavam por perto, com melhor campo de visão iniciaram disparos frios e poderosos contra as forças dos goblins contra seus portões, muitas linhas e fileiras foram derrubadas com aquele ataque poderoso. Os seres caíam com flechas cravadas em seus peitos, ombros, pernas, testas, olhos, bocas, estas atravessaram armaduras, malhas, elmos, calças, calçados sem qualquer problema diante da força.
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