Beleriand - The First Age

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 Calmírië, the golden hall of Snowbourne

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Glorfindel Silvrerian

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MensagemAssunto: Calmírië, the golden hall of Snowbourne   Sex Jul 30 2010, 02:09

Foi erguido por cima de uma das grandes colinas verdejantes de Calernadhon, aquela terra era vazia de povos como elfos, homens e anões pois geralmente elas só eram usadas para passagens de viajantes. Os elfos que ali chegaram do povo de Turgon, dos Portos de Falas eram bravos e poderosos, trouxeram poucas riquezas de enorme valor, mas sim muitas de pouco valor.

Os elfos ergueram naquela colina um enorme palácio feito da mais magnifica madeira que foi entalhada dos eldar, com suas bases encrustadas e feitas lapidadas pela rocha profunda.



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Glorfindel Silvrerian

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MensagemAssunto: Re: Calmírië, the golden hall of Snowbourne   Sex Jul 30 2010, 18:21

Chegara o tempo em que os elfos tanto do povo de Turgon de Gondolin, como também dos povos de Fingon, o valente de Hithlum, elfos dos portos de Eglarest e Brithombar e elfos-cinzentos de Mithrim haviam tido conhecimento das notícias da partida da grande força dos filhos de Fëanor para as terras selvagens de Endor, onde lá haviam fundado um reino com grande poder e enormes riquezas.

O coração de Glorfindel, de origem nobre dos Vanyar desejava também para si tamanha riqueza, sempre fora humilde, sábio nas tradições, poderoso nas artes dos eldar e grande guerreiro. Porém sua nobreza eram vista em seu semblante e aquele desejo para coordenar as coisas do jeito que mais lhe coubesse foi levado ao Rei de Gondolin, que cedeu ao mesmo grande poder e uma parte de seu povo.

Assim partiu logo depois dos Filhos de Fëanor, cruzou o Eriador em sua parte sul, cruzou os caminhos por entre as Montanhas até encontrar uma terra fértil, onde cavalos, animais de fauna e flora eram ricos em grande abundância! Lá fundou Calmírië, sua cidade. Ergueu para si um enorme palácio, juntando os conhecimentos dos elfos dos Portos, dos elfos noldor e dos elfos-cinzentos, um palácio dourado de enorme poder e majestade. Ainda sim, era simples perto da magnitude do poderio dos filhos de Fëanor ao norte do Eriador mas era um grande palácio localizado na região central das terras que considerava como suas.

O rio ajudou mais ainda o crescimento ecônomico de seu reino, fossos, poços, o melhor do sistema hidráulico, esgotos foram feitos para usurfruirem do mesmo, as ricas árvores, eram parreiras e bem ao redor do palácio, algo que fez os elfos se tornarem grandes produtores de vinho, a terra dava excelentes frutos e a caça era magnifica com os animais abundantes perambulando por entre as colinas ou nas montanhas. Glorfindel Silvrerian teve seu desejo realizado e foi apontado pelos sábios Elfos Profundos de Turgon para se tornar Rei daquela terra, imediatamente pediu a construção em seu palácio para um grande salão de festas, algo que fosse digno dos grandes Reis Élficos do Norte, ao término daquela construção ele chamou o salão de Malinalda, por possuir grandes entalhes de ouro na madeira bem entalhada pelos elfos. Também porque possuia enormes mesas de mármore com ao centro uma árvore dourada entalhada, algo que geraria enormes canções no futuro.

Galerias de artes para os ourives, joalheiros, mestre de tradição consultarem conselhos entre cada um. Também seu reino possuía pousada para visitantes e amigos distantes, uma clareira local para seu povo que se reunia constantemente.

Ordenou principalmente a construção de um enorme e rico mercado, pois tinha intenções de criar negociações ecônomicas com os anões das Montanhas Nebulosas e seus parentes distantes, os elfos do Povo de Fëanor.

Algo que lhe deu maior grado em ver a construção foi do canil, pois era um grande amante das caçadas, ainda mais por aquela terra que além de possuir animais doçeis e selvagens, possuía bestas do mundo antigo. Os locais para forjas foram preparados próximos das Montanhas, onde grandes ferreiros, mineiros e mestres dos eldar trabalhavam na confecção de muitas coisas belas além de ouro e prata brutos.

Em presente por tamanha glória e dádiva em seu novo reino, o povo de Calmírië, especial os grandes Sábios fizeram a Glorfindel, o louro duas grandes obras. Sua coroa que era feita de fino ouro branco, com folhas de ouro anexadas na mesma, possuía em seu centro uma enorme jóia verde, uma das maiores esmeraldas tão grande quanto um ovo e nela foi entalhado em ouro um cavalo erguido. Símbolo que seria de suas bandeiras e estandartes, mas também para seu Rei eles fizeram uma das mais poderosas armas de todo o Mundo do Leste.

Era uma enorme foice, seu cabo era absurdamente longo com entalhes de prata e ouro, sua lâmina foi forjada sete vezes pelos mestres dos noldor, era larga e terrível, mas também em sua ponta que continha uma lâmina de uma lança reta, pouco menor do que 30 centímetros.

E em seu coração diante de tamanha glória, tinha o desejo de ser reconhecido por outros elfos como um grande Rei de enorme poder e força, para isso os Valar responderam seu desejo com aquela terra, porque percebeu ele que ela possuía muitos cavalos, alguns eram da raça nobre dos mearas, dos cavalos descendentes da raça de Oromë, de Nahar o magnífico. Diane disso ele criou estábulos, clareiras de treinamento, arqueria e sua força de infantaria, cavalaria cresceram em grande número.

E sua cidade possuía dois mil infantes que se tornaram a guarda de sua cidade, mas para sua força que rondava aquelas terras que vigiavam constantemente desde a abertura nas montanhas até o grande rio ao sul, eram dois mil cavaleiros pesados, dois cavaleiros de alabardina pesada, mil cavaleiros de arquearia.

Também ergueu ao redor de sua cidade uma enorme muralha de pedra alta e grossa, com enorme portão, seu portão foi feito de ferro fundido, alto e grosso, era um símbolo de grande poder e terror, em sua superfície foram colocadas quatro balistas poderosas.

Com sua cavalaria, eles constantemente caçava com seus primos e amigos, levando seus cães de caça por todos os caminhos de suas caçadas, eram cães austeros, fortes e firmes. Mas sua vigilância também vinha do maior filho de Thorondor, era Gwaihir, uma enorme águia de grande de valor e poder, que no futuro se tornaria Senhor de todas as Águias de toda Terra-Média e em um futuro ainda mais distante ela se tornaria Senhor de todas as Áves.

Diante de tanta glória e harmonia, o Rei louro de Calmírië seria no futuro invejado por suas fronteiras tão guardadas e sua majestade, mas ele não reinava pelo poder ou com o poder, mas sim com virtude e sabedoria. Com isso, ele se tornava mais profundo nas artes da sabedoria e o poder da magia dos elfos, mas não por desejo próprio, mas sim por consequência, porque não reinava com apego ao poder, mas sim por amor aos elfos.



Última edição por Glorfindel Silvrerian em Sex Ago 20 2010, 18:58, editado 1 vez(es)
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Glorfindel Silvrerian

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MensagemAssunto: Re: Calmírië, the golden hall of Snowbourne   Sab Ago 07 2010, 02:02

Calernadhon foi se tornando cheia de beleza e magnitude, seus cavalos bravos e fortes corriam pelas ricas e férteis planícies, os animais e plantas cresciam em grande glória e poder.

E o Palácio de Calmírië retinha enorme beleza e poder, pois essa foi se acumulando conforme os elfos mais trabalhavam e davam maior magnificência ao mesmo, o Senhor dos Cavaleiros se recordou de Reis bravos do Norte tanto dos elfos quanto dos anões, desejoso por ser adimirado pelos mesmos, enviou para Eriador um mensageiro com mensagens de boas-vindas.

Para Khazad-dûm ele partiu com sua cavalaria de guarda e seus cães, em uma grande caçada e desbravando aquelas terras, na Casa dos Anões ele faria amizade com o próprio Durin II.
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Celeborn

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MensagemAssunto: Re: Calmírië, the golden hall of Snowbourne   Sab Ago 07 2010, 11:42

Calernadhon, Rohan na lingua dos elfos, era pouco habitada naquela época. Porém uma inédita forma de governo surgiu, e um povo prosperou ali, resistindo as maldades de Melkor, que somente diminuíam com o cerco do Norte. Nada, além dos próprios habitantes, passava por aquela região, exceto naquele dia.

Ao noroeste de Calmírië foi possível ver uma onda de cores azuis-escuro e vinhos. Demoraram-se minutos para que os guardas, que se amontoavam na muralha com o passar do tempo, notassem a real identidade das cores: Eram elfos; elfos nobres vindos de Beleriand, que cruzavam Calernadhon. Amroth os guiava.

Na frente do grupo, Amroth contemplou a cidadela de Calmirië, e dela não tirou os olhos, cavalgando como um cego; mas não a somente admirava como também a passou a temer, pois não fazia idéia que haviam seres alí. Em sua mente ele refletia e temeu acima de tudo a existência de malditos seres em Lothlórien. Porém seu temor foi frutífero, pois Amroth recuou, deixando seu povo a sua frente, e encontrou-se com Galadhíl, que guardava a retaguarda dos imigrantes.

Todos trajavam mantos e/ou tûnicas vinho ou azul-marinho. O mais nobre de todos era Amroth, de cabelos pretos, roupas vinhos do melhor tecido, uma malha de prata bem detalhada por cima da roupa vinho e uma capa com capuz verde. Sua elegância era tal que Galadhíl, seu tio-avô ficou boquiaberto e por segundos imóvel. Amroth era jovem, e em seu interior uma chama de líder se alastrava por uma selva. O cavalo de Amroth se aproximou mais alguns passos serenemente altivo. Amroth pos-se a falar, com uma voz jovem porém esperta.



Meu Querido Tio-Avô, faça-me um favor! Mande mensageiros aquele povo, pois não quero conflitos e sim amizade. Sabe que a mim esta tarefa foi encarregada, e meu pai irá contigo se desejar.


Galadhíl, trajado com roupas azul-escuras e uma capa vinho que brilhava a luz do sol, olhou nos olhos de seu sobrinho-neto com seus olhos sábios e profundos, adentrando no interior da mente de Amroth e sacodindo-a, dizendo com um tom profundo e um pouco roco :

És meu sobrinho-neto, mas não há de mandar em mim. Ainda sim obedecerei, porém saiba que você não é líder por que Celeborn ou Thingol desejam, e sim por que nós deixamos!

Galadhíl virou-se para frente e trotou rápido pelos campos de Calmírië enquanto Amroth trotava rápido para voltar a frente de seu povo. Mesmo que atrasado pelo papo, Galadhíl chegou nos portões de Calmírië antes que seu povo chegasse na linha vertical de Calmírië e de Galadhíl. Ele virou-se, e fitou seu povo, deslumbrando a bela vista das roupas avermelhadas e azuis cintilando em sintonia com seus movimentos. Até ele os julgou intrusos quando viu, e tornou-se a temer por sí e por seu povo. Passou ainda alguns segundos olhando o seu povo passar, antes de se virar e olhar para cima, julgando que alguém estivesse em cima da montanha. Sua voz pesada ecoou por toda a cidade, os civis se abaixaram e se quietaram, os soldados largaram sua coragem e não ousaram sair, e o senhor de Calmírië sentiu uma profunda piedade quando o som adentrou o palácio de Calmírië e rondou pelo mesmo, batendo contra as paredes e voltando, deixando aquele palácio escuro e enlouquecedor, com seus guardas correndo para se safar da escuridão que se abatia em Calmírië.

- Calernadhon! Me escute! Meu povo atravessa em paz seus domínios, sem nenhuma conciência de uma cidade por estas bandas. Não viemos em procura de guerra, e sim em procura de paz e harmonia. Seja quem são, desejo falar com seu líder, pois acordos hão de ser tratados, fronteiras hão de ser fixadas, e nossos povos irão conviver um com os outros, em paz e para toda a eternidade.

Sua voz se calou, e a tormenta passou. Calmírië voltou a ser dourada (por dentro) novamente, enquanto por fora seu esplendor, aumentado pela tormenta, se retraía enquanto a magia de Galadhíl vagava pelos campos de Calernadhon.
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Glorfindel Silvrerian

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MensagemAssunto: Re: Calmírië, the golden hall of Snowbourne   Sex Ago 20 2010, 18:52

Muito alarmou-se Silvrerian com aquele poder tão forte em suas terras, por um momento havia pensando que Morgoth em pessoa havia vindo ali atormentar-lhes com magias negras perversas, ao perceber que eram também quendi, os que falavam do lado de fora de seus portões, ele foi até a praça da cidade, percebeu o temor no coração de todos, guardas, civis, crianças, mulheres, lá ele declarou seu poder sobre suas terras, desde a terra de Wold, por toda a terra que as Montanhas Brancas defendiam como muralhas, até o Anduin no sul, até o desfiladeiro ao oeste de sua terra.

Assim o poder dos récem-chegados foi burlado com sua magia, pois a magia do Vanyar havia crescido muito naquela terra, com a profundidade dos conhecimentos dos noldor, a força e beleza dos vanyar, a magia oculta dos avari, aquela terra se encheu de grande poder e a estatura de Glorfindel cresceu ainda mais. E a luz voltou a brilhar em seu palácio e Calmírië, reluzia como uma estrela em meio a toda aquela terra magnifica.

Ordenou então ao Capitão do Portão para guiar os récem-chegados até o Salão do Rei, onde logo ele iria se dirigir, convocou seus Lordes de grande poder, semelhantes a ele. Os mesmos que foram convocados eram: Egalmoth, Peledhíl, Elradan e Morlof, estes quatro iriam se dirigir com partes do povo de Calmírië para províncias novas que vigiariam melhor a vasta terra de Glorfindel.

Egalmoth foi para Calenhad, por ser um bravo senhor dos elfos Noldor, vindo de Gondolin para auxiliar seu amigo, Glorfindel. Peledhíl foi para Onodrith, distante entre o Rio e a Terra de Wold, lá ele iria manter vigia das terras selvagens de Wold, onde Ents, Huorns, Animais, bestas e feras haviam se espalhado.

Elradan foi para Dunlostír, onde lá ele iria vigiar a passagem entre as Montanhas e o estranho povo Pûkel, que era indiferente em relação aos eldar, lá ele iria manter fechada a passagem para qualquer inimigo que não tivesse o direito de em suas terras adentrar.

E por último Morlof, filho de Martaglath foi para Tirith Anduin, viver entre o grande e profundo Rio do Anduin, com uma cidadela-portuária, lá ele demarcava o fim ao norte das terras do Rei de Calernadhon, lá ele mantinha vigia das terras além do Anduin e entre o Rio, que eram vastas, densas e selvagens, com florestas colossais e abundantes, principalmente além do Rio, onde Mirkwood se encontrava e tinham pouco contato com os sindar e avari de lá.

O Belo Rei voltou-se para o Salão onde seus convidados o aguardavam, lá sentou-se e lá falou com os mesmos em tom majestoso, sua voz era como a música, seu poder estava em sua majestade, junto com seu semblante magnifico, cheio da luz de Varda, a sabedoria de Varda, o poder de Ilúvatar:


- Mae Govannen! Quendi das terras de Cá, sou Glorfindel Silvrerian, Rei de Calernadhon, Senhor dos Cavaleiros da Luz que percorrem velozmente estas terras. Há que devo a honra de vossas visitas?
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MensagemAssunto: Re: Calmírië, the golden hall of Snowbourne   Dom Ago 22 2010, 10:38

Galadhíl tinha uma mentalidade potente, tornando-se imune a muitas tentações e manipulamentos. Continuou de frente ao portão que julgava ser o principal da cidade, com seu altivo cavalo e suas nobres roupas. Cavalgou, sempre no limite que lhe era demarcado, da forma mais nobre e mais maravilhosa que podia formar. De tal forma que os civis se encantavam com seu poder místico e mental, pois tudo se traduzia e aparecia em seus vestes e postura.

Contudo foi até o palácio de Calmirië, deixando seu cavalo quando lhe foi ordenado. Desceu e continuou normalmente, andando elegantemente pelos caminhos do palácio dourado até dar de cara com o Ilustre Rei Glorfindel de Calernadhon. Ficou ali, enquanto o rei falava, com sua postura altiva e majestosa, ouvindo com atenção as palavras do senhor daquelas terras, conjurando-o de direito a isso pela sua altiva postura. Tantos guardas estavam ali, e ninguém deixou de notar a majestosa forma com que a voz profunda de Galadhíl se misturou ao ambiente, em sintonia com sua nobre postura e aparência.



Apenas a nossa migração para Lothlórien, meu senhor. Há também aqueles que desejam alianças e comércio com nossas ilustres cidades e reinos. Veja ao seu redor, campos férteis e ambientes agradáveis! Contente-se com isso, pois Lórien responde por Thingol, ou qualquer um síndarin de Doriath. De qualquer forma, serão bem-vindos a nosso reino em qualquer sentido, desde que não tragam consigo exércitos nem armas de sídio consigo. Porém não deixem de notar que a imensa vastidão do mundo precisa ser colonizada e desfrutada, se não perecerá nas mãos de Melkor ou de seus servos.

Como deve saber, o mundo pequeno precisa de fronteiras. Das Terras Pardas até o Sul de Lothlórien, em Tirith Anduin, você tem o direito de mandar. Acima disso, nenhum elfo responde por Calernadhon, pois também há Celegorm de Eriador.



Depois de sua insistente fala, a magia que contia consigo era tão majestosa que afetava em sua voz e na mente dos outros, tornando aquela fala não em um tom hostil e sim em um tom amigável, ao ouvido de todos.
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Glorfindel Silvrerian

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MensagemAssunto: Re: Calmírië, the golden hall of Snowbourne   Dom Ago 22 2010, 20:27

O Rei louro imponenten em seu trono respondeu com voz firme e majestosa:

A vosso acordo eu concordo, mas as terras além de Tirith Anduin, pertencem aos Avari e aos Sindar, as além do Rio. As entre o rio pertencem aos anões de Khazad-dûm, a ele peça permissão para habita-las. Vá em paz amigo e que os Valar o abençoem.
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MensagemAssunto: Re: Calmírië, the golden hall of Snowbourne   Ter Ago 24 2010, 18:40

Galadhíl, com seu enorme poder mental expressado pelos seus ofuscantes cabelos negros, respondeu ao rei, sem muito consentimento em dizer que aquelas terras eram dele.

-
Obrigado, meu Senhor. Porém tenho certeza que os anões se contentam em seus salões e que não apreciam aquelas planícies de tal forma que não as entregaria de bom grado. Contudo, seja a vontade de Eru que prevaleça sobre nossas decisões.

Galadhíl fez uma lenta, porém exagerada, reverência, chegando a quase tocar a testa no chão. Ergueu-se e andou de costas até o portão, despedindo-se do rei. Virou-se e seguiu pelo caminho que havia chegado, memorizando-o sem se desconcentrar. Chegou contudo ao seu cavalo, e não hesitou em partir, trotando rápido e celeste como um trovão, e majestoso e altivo como o caçador dos Valar.
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